JBRA Assist. Reprod. 2011;15(3):47-63
PÔSTERES
doi: 10.5935/1518-0557.2011.15.3.13
TRA. CLÍNICO
Juan Enrique Schwarze, MSc 1,2, Jose Balmaceda 1,, Ricardo Pommer 1
1 Reproductive Medicine Unit Clinica Monteblanco
2 Department obstetrics and Gynaecology, Universidad de Santiago de Chile
ABSTRACT
Almost 10% of couples are faced with infertility. Probably, the most frequent treatment for it is controlled ovarian hyperstimulation with intrauterine insemination. Among its recognised prognostic factors for achieving pregnancy are: age, number of ovulated follicles and ovulationinduction protocol. Previously, we found that women with diminished ovarian reserve (DoR), as determined by the clomiphene citrate challenge test, had lower pregnancy rate that women with adequate ovarian reserve (AoR).
Material and methods: in this retrospective cohort study we explore whether the effect of ovarian reserve on the clinical pregnancy rate was mediated by the number of ovulated follicles. We analysed 173 patients that were stimulated only with clomiphene citrate, and compared the number of ovulated follicles and clinical pregnancy rate.
Results: We found that the mean number of ovulated follicles did not differ significantly (AOR 2.0; DOR 1.9); the clinical pregnancy rate was higher in the AoR group (13%) than in the DOR group (9%). We performed a logistic regression analysis, adjusting for the number of ovulated follicles, and found that DoR group had almost half the odd of achieving pregnancy than that of AoR (oR=0.6).
Conclusion: Our findings grant that more research is needed in order to determine whether our findings represent the reality of women with DOR, since we were not able to find statistical significance probably due to our study´s´ power.
Keywords: ovarian reserve, intrauterine insemination, prognosis
Correspondence to: jeschwarze@mac.com
Coco R, Gallo A, Garrido D, Gismondi F, neuspiller N
Fecunditas, Argentina
Instituto de Medicina Reproductiva - afiliado a la UBA
RESUMEN
Objetivo: la FiV ha dejado de ser un procedimiento experimental para convertirse en un tratamiento casi rutinario por su eficacia y seguridad. En la medida en que se expandió su uso, el manejo de la calidad global adquirió valor. Hoy no existen dudas que el buen servicio depende del cuidado y control de los estándares técnicos y médicos de la práctica. los resultados de los programas de ovodonación (oD) suelen usarse como control, pero no todos los ciclos de oD cumplen ese objetivo, a pesar que las donantes son jóvenes, fértiles y con buena reserva ovárica.
Métodos: Estudiamos retrospectivamente las variables que inciden en el resultado de 2092 ciclos consecutivos de FiV/iCSi, tanto en pacientes con ovocitos propios y donados. Del total 1478 fueron con ovocitos propios (oP) y 614 con ovocitos donados (oD). los ciclos se dividieron en dos grupos: los de buen pronóstico (BP) aquellos que cumplían con todas las variables de BP, y los de mal pronóstico (MP) aquellos que no las cumplían.
Resultados: De los ciclos con oP, 674 fueron de BP y 804 de MP. la tasa de nacidos vivos por aspiración fue del 35 y 25%, respectivamente. De los ciclos con oD, 312 fueron de BP y 302 de MP. la tasa de nacidos por aspiración fue 40 y 30%, respectivamente. las tasas de nacidos vivos con oD en el grupo de MP es 5% más alta que la tasa nacidos vivos con oP en el grupo de MP.
Conclusión: Estos datos habría que tenerlos en cuenta no solo cuando se quiere usar a la oD como control de la calidad del laboratorio de embriología, sino también cuando se quiere entusiasmar a las parejas con mal pronóstico a la ovodonación.
Palabras claves: fecundación in Vitro, variables de buen pronóstico en FiV, ovodonación
Contacto: robertococo@fecunditas.com.ar
Lilian Okada1, Virginia Lazzari1, Ricardo Azambuja1, João Michelon2, Mariangela Badalotti2, Alvaro Petracco2
1Embriologista
2Médico
Local do estudo: Fertilitat - Centro de Medicina Reprodutiva, Porto Alegre, RS, Brasil.
RESUMO
Introduçãoobjetivo: o número total de pessoas infectadas com HiV é de 33.3 milhões, segundo dados de 2009 da Organização Mundial da Saúde. Destes, 15.9 milhões são mulheres que vivem com o vírus. Com a melhora na expectativa e qualidade de vida dos pacientes soropositivos e a diminuição no risco de contaminação vertical, casais HiV sorodiscordantes estão considerando a possibilidade de gravidez com o auxílio das técnicas de reprodução assistida. o objetivo do estudo foi analisar o impacto da infecção viral por HiV-1 na qualidade oocitária e embrionária, e na taxa de gravidez.
Material e métodos: 8 casais sorodiscordantes nas quais as parceiras eram soropositivas para HiV-1, com idade média de 38,83 anos e que realizaram 18 ciclos de Reprodução Assistida, no período de 2002 a 2010. o grupo controle foi composto de 36 casais soronegativos pareados no que se refere à fator de infertilidade, idade, amostra seminal e estimulação ovariana, de forma a ter dois controles para cada casal sorodiscordante,
Resultados: a aspiração folicular, da fertilização, bem como da taxa de gestação não tiveram diferenças estatísticas (p<0,05) entre os grupos sorodiscordante e controle.
Conclusão: o estudo revelou que a infecção viral por HiV-1 na mulher não impacta negativamente na qualidade oocitária ou embrionária, e na taxa de gravidez, concordando com estudos prévios.
Palavras chave: HiV, casal sorodiscordante, qualidade oocitária, qualidade embrionária, gravidez clínica
Correspondência: lilian@fertilitat.com.br
Tatiana Henriques leite1, Whitaker Jean Jaques e Silva2, Sirlene lucena de Moura, Tonia Costa2, Marilena Cordeiro Dias Villela Corrêa3 e Maria do Carmo Borges de Souza4
1Biomédica
2Bióloga
3MédicaiMSUERJ
4Médica
Instituição: instituto de Ginecologia - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ.Brasil
RESUMO
Introdução-objetivo: Em setembro de 2010 foi inaugurado laboratório de sêmen em hospital universitário, referência em Reprodução Humana, primeiro no estado do Rio de Janeiro oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). o objetivo é relatar resultados/ desdobramentos das inseminações artificiais homólogas (IAH) realizadas desde a re-estruturação de fila de espera para o procedimento e do funcionamento do laboratório de sêmen.
Material e método: Estudo descritivo, transversal, de abordagem quantitativa. Casais (74) com indicação clínica para IAH entre 2003 e 2010 integraram fila, priorizando tempo de espera pelo procedimento e idade da paciente. Resultados de 24 ciclos (17 mulheres) com capacitação espermática e iAH integraram banco de dados no programa Excel/Office 2003 e no Special Program for Social Sciences (SPSS) versão 17,0. As variáveis incluem idade da mulher e do homem, causa da infertilidade, número e tamanho dos folículos pós-indução da ovulação, dose de gonadotrofina, data e hora do HCG, resultado da capacitação espermática. Todos assinaram termo de consentimento.
Resultados: A idade média do casal é 35,5 anos (sd=5,71) para as mulheres e 38,1 anos (sd=8,95) para os homens. Das 17 mulheres que se submeteram à iAH, 9 (54,9%) tinham idades superiores a 35 anos. Dos 24 ciclos realizados, 12 (50%) foram em pacientes acima de 35 anos. Algumas pacientes, por falta de condições financeiras para custear o tratamento no setor privado ou transporte e hospedagem em outros estados, simplesmente envelheceram na fila.
Conclusões: Em função da idade das pacientes, pode haver comprometimento da taxa de sucesso de gravidez esperada para iAH. Também existe a preocupação de que a demanda do setor de reprodução aumente em demasia já que facilmente irá canalizar todos os pacientes com indicação de iAH no SUS do Rio de Janeiro. Como desdobramento, vem sendo estabelecida fila paralela para pacientes com esta indicação clínica, dentro do limite de idade, que iniciaram atendimento.
Palavras-chave: infertilidade, inseminação intrauterina, idade, acesso, gertilização in vitro.
Correspondência: toniacos@gmail.com
Autores: iara Viana 1,3, Danielle Araújo 3, Marjorie Mota 2,3, Marcelo Rocha 4,3, Marcelo Cavalcante 3 e Oswaldo Dias 3
1Universidade Estadual do Ceará
2Universidade Federal do Ceará
3Centro de Reprodução Assistida do Ceará, Brasil instituição onde foi realizado o trabalho: Centro de Reprodução Assistida do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil
RESUMO
Objetivo: Quando a mulher atinge os quarenta anos sua fertilidade declinou significantemente. Não somente o número total de óvulos diminui como também a qualidade dos óvulos restantes é pior. neste trabalho avaliamos a correlação entre a idade e a grau de maturação oocitária de pacientes que se submeteram ao tratamento de reprodução assistida.
Material e métodos: A amostra foi composta de 960 óvulos coletados de pacientes submetidas ao procedimento de Fertilização in vitro. As pacientes foram divididas em grupos etários: Grupo 1 (£ 34 anos), Grupo 2 (35 a 39 anos) e Grupo 3 (3 40 anos). Dentro de cada grupo, foram avaliados os oócitos com relação à maturação: Maduros (Metáfase ii), imaturos (Vesícula Germinal e Metáfase i) e Anormais.
Resultados: estão de acordo com a literatura. Foram coletados 960 oócitos, destes 573 (59,7%) pertenciam ao Grupo 1, 287 (29,9%) ao Grupo 2 e 100 (10,4%) ao Grupo 3. no Grupo 1, dos 573 óvulos coletados: 448 (78,2%) estavam maduros (Metáfase II), 91 (15,9%) estavam imaturos (Vesícula germinal ou Metáfase I) e 34 (5,9%) eram anormais. No Grupo 2, dos 287 óvulos coletados: 215 (74,9%) estavam maduros (Metáfase II), 59 (20,6%) estavam imaturos (Vesícula germinal ou Metáfase i) e 13 (4,5%) eram anormais. no Grupo 3, dos 100 óvulos coletados: 74 (74%) estavam maduros (Metáfase ii), 20 (20%) estavam imaturos (Vesícula germinal ou Metáfase i) e 6 (6%) eram anormais.
Conclusão: Estes achados comprovam que a idade é um fator determinante para a taxa de sucesso em reprodução assistida e indica, em última instância, a qualidade oocitária. Espera-se que a melhora da compreensão da genética oocitária e da maneira como contribui para a viabilidade embrionária possa fornecer novos indicadores que sejam capazes de avaliar diretamente a qualidade oocitária.
Palavras-chave: Idade, Oócito, Maturação.
Corespondência: conceptus@clinicaconceptus.com.br
Portella J, Benavides V, noriega-P l, Escudero E, noriega-H l & Sepúlveda S.
Grupo PRAnoR de Reproducción Asistida, lima - Perú.
Resumen
Introducción-objetivo: Un programa de vitrificación de ovocitos permite almacenar estos gametos para un próximo ciclo, sin tener que someter a la paciente a un nuevo ciclo de estimulación. Representa además, una buena alternativa para pacientes que tienen riesgo de perder su función ovárica y a mujeres jóvenes, que quieran postergar la maternidad. Así mismo, es una solución para los programas de donación puesto que permite la sincronización de los ciclos y los periodos de ventana.
Material y metodo: analizamos los resultados obtenidos con un banco de ovocitos vitrificados. Para esto, se calculó la sobrevida luego de la desvitrificación, la tasa de fecundación por iCSi y las tasas de embarazo e implantación, luego de la transferencia de embriones. Se reportan los datos de desvitrificación de ovocitos de donantes utilizados en ciclos de ovodonación, realizados durante 2009 y 2010, por el grupo PRAnoR. los ovocitos denudados y cultivados por 1hora, fueron vitrificados de acuerdo al protocolo descrito por Kuwayama (1), utilizando medios comerciales. Cuando se requería su uso, estos fueron desvitrificados de acuerdo al protocolo de Kuwayama (1) y cultivados durante 2 horas antes de ser inyectados por iCSi.
Resultados: de 917 ovocitos desvitrificados, 780 mostraban parámetros morfológicos normales. Esto da una tasa de sobrevida de 85.1 %. De 777 ovocitos inyectados, el 69.4 % fecundó. Esto se reflejo en 96 ciclos con transferencia, de los cuales hubo 42 embarazos, dando una tasa de embarazo clínico de 43.8 % y una tasa de implantación de 30.4%.
Conclusión: es posible tener un banco de ovocitos, puesto que los resultados sugieren que, la calidad de éstos, estaría intacta.
Palabras-clave: banco de ovocitos, vitrificación, ovodonación.
Contacto: jportella@fertilidadperu.com
Isaac Benjamín,. Randolfo Medina, Maria T. Urbina, Jorge lerner-Biber, indira Centeno, luisa ibarra.
Unidad de Fertilidad UniFERTES, Clínica El Avila Caracas, Venezuela.
Institución donde se realizó el trabajo: UniFERTES, Clínica El Avila, Caracas, Venezuela
RESUMEN
Introducción-objetivo: la mayoría de las críticas a las Técnicas de Reproducción Asistida (TRA) se basan en el aumento de los embarazos múltiples: gemelares o triples y más Multi Gestación Extrema (MGE), para minimizarlos se ha utilizado con éxito la transferencia electiva de 2 embriones (eDET) la cual ha sido efectiva para reducir la MGE pero ha traído un aumento en la tasa de embarazos gemelares. Se hace necesario implementar un programa de transferencia electiva de 1 embrión (eSET) que mantenga las tasas de embarazo e implantación de los programas con eDET. la transferencia de blastocistos ha demostrado ser una herramienta eficaz al realizar eSET y mantener tasas de embarazo e implantación similares a las alcanzadas con eDET y con el beneficio del embarazo único. En el presente trabajo se describe el primer grupo de pacientes sometidos a eSET en una unidad privada latinoamericana,.
Material y metodo: 10 transferencias de blastocistos de las cuales 9 tuvieron pruebas positivas, 1 embarazo bioquímico, 8 clínicos de los cuales 1 fue huevo muerto retenido y 7 resultaron en nacimientos de niños sanos.
Resultados: Aunque el número de eSET en esta unidad (y en la gran mayoría de los centros latinoamericanos) todavía es pequeño, los resultados obtenidos son muy promisorios y podrían colaborar con promover un mayor número de eSET.
Conclusión: En nuestra experiencia la transferencia de 1 blastocisto parece ser una alternativa segura para mantener altas tasas de embarazo e implantación con el beneficio del embarazo único. Se debe informar a las pacientes por varios medios de los problemas asociados al embarazo gemelar para tratar de aumentar la aceptación de las eSET sobre todo en pacientes del programa de ovodonación
Palabras clave: eSET, blastocisto, multigestación, embarazo gemelar, tasas de embarazo, tasas de implantación.
Contacto: ugoasc@gmail.com
M.F.Urquiza1, M.J. Donaldson1, i. Carretero, R.n. Rolando1, R.S.Pasqualini 1, C.J. Quintans2.
Institución donde se realizó el trabajo:
1Halitus instituto Médico,
2Fundación REPRo, República Argentina
RESUMEN
Objetivo: Determinar el efecto de la respuesta ovárica sobre los resultados logrados al transferir embriones en ciclos de fertilización in-vitro, realizados con ovocitos propios ó donados.
Pacientes y métodos: Se incluyeron en el estudio a parejas que realizaron ciclos de fertilización in vitro con ovocitos propios, u obtenidos de donantes exclusivas. Se analizaron nuestros registros para determinar el resultado de los ciclos con las características mencionadas, teniendo en cuenta los resultados según el número de ovocitos maduros obtenidos en cada caso.
Resultados: Se analizaron los datos correspondientes a 3753 ciclos con ovocitos propios, y 986 ciclos de ovodonación realizados con ovocitos captados en 573 ciclos de donantes. En los ciclos con ovocitos propios se observó que el resultado variaba según la respuesta, mejorando a medida que aumentaba el número de ovocitos, con un máximo cuando se lograban entre 13 y 16 ovocitos maduros, para luego ir disminuyendo a medida que el número aumentaba. En los ciclos de ovodonación en cambio, la respuesta de la donante no mostró influencias sobre los resultados, que en este caso dependían del número de ovocitos otorgados a cada receptora.
Conclusiones: Se especula que el decaimiento en los resultados observado con respuestas ováricas elevadas se debería a un detrimento de la calidad tanto ovocitaria como embrionaria, y de la receptividad endomentrial causados por la estimulación ovárica. nuestros resultados parecen indicar que la principal responsabilidad en la disminución de los resultados se debería a un efecto negativo sobre el endometrio; ya que en los ciclos de ovodonación, donde el efecto sobre el endometrio debe descartarse, debido a que la receptora no recibe estimulación ovárica, los mismos no dependen de la respuesta de la donante, sino del número de ovocitos adjudicados a la receptora.
Palabras claves: estimulación ovárica; ICSI, ovocitos propios; ovodonación; tasa de embarazo
Contacto: fernanda.urquiza@halitus.com
Mojica Martínez Karlo ; Castillo-Baso Jorge; Díaz-Spindola Pablo ; Hernández Ayup Samuel ; Santos-Halliscak Roberto ;Galache-Vega Pedro.
Instituto para el Estudio de la Concepción Humana. Monterrey, México.
RESUMEN
Introducción-objetivo: la Hormona Anti-Mülleriana (HAM) ha sido postulada como un marcador para predecir la respuesta ovárica en un ciclo de estimulación ovárica; al ser únicamente producida por el ovario y exhibir muy pocas variaciones interciclo o intraciclo la misma se está posicionando como potencial marcador de reserva ovárica por excelencia . El objetivo fue establecer la correlación entre los valores de HAM y la respuesta a la estimulación ovárica controlada: número de ovocitos totales y ovocitos maduros; en pacientes bajo tratamiento de reproducción asistida.
Materiales y métodos: Se realizo un análisis correlacional, longitudinal y prospectivo de las pacientes admitidas al programa de reproducción asistida de alta complejidad del XXXXXXX ciudad XXX . Posteriomente se establecieron correlaciones con respecto los niveles de hormona antimülleriana y el número de ovocitos totales y con las variables de pronóstico reproductivo.
Resultados: Se reclutaron un total de 48 ciclos consecutivos, al establecer la correlación con el numero de ovocitos totales obtenidos encontramos en el grupo de 0-5 ovocitos valores de HAM de 0.59ng/dl ; en el de 6-16 ovocitos valores de HAM de 2.27ng/dl y en grupo >17 ovocitos valores de HAM de : 4.74 ng/dl . El coeficiente de correlación de para ovocitos totales fue de 0.84 ( p<0.001 )en comparación con FSH d3: -0.47 (p<0.001)
Conclusión: la Hormona antimûlleriana es mejor marcador que el perfil hormonal en dia 3 para predecir respuesta a la estimulación ovárica controlada.
Contacto: castillobaso@hotmail.com
1-2 Sepúlveda J., 1lara E., 1Díaz P., 1Santos R., 1 Hernández S. 1, 2Patrizio P.
1 instituto para el Estudio de la Concepción Humana (I.E.C.H.); Monterrey, Nuevo León; México
2 Yale Fertility Center, Yale University; New Haven, Connecticut; United States.
ABSTRACT
Objectives: To assess the prognostic value of ultrasonographic score (USS), obtained on the day of hCG administration, in predicting the probability of achieving pregnancy in iVF patients.
Materials/Methods: Prospective, observational study. A total of 53 iVF cycles ( 58 patients) performed at our clinic and Yale Fertility Center (CT, USA) between June 2003 and January 2010 were evaluated. only embryo transfer (ET) with morphologically grade i embryos were included in the analysis. The ultrasonographic evaluation was performed by the same investigator on the day of hCG administration using color/Doppler systems (Philips ATl HDi 4000 with 4-8 MHz probe and GE logiq 3 with 4-10 MHz probe). Endometrial thickness, morphology, vascularity, myometrial echogenicity and uterine arterial blood flow, including pulsatility index (PI), resistance index (Ri), protodiastolic notch and telediastolic blood flow, were scored. A numerical qualification for each parameter was granted according to endometrial thickness (≥ 9mm = 1, < 9 mm = 0); endometrial morphology (trilaminar = 1, no-layering/non differentiated = 0); endometrial blood flow (shown at least 3 color pixels into zone 3 [Applebaum] = 1, less than 3 color pixels or blood flow any other external zones = 0); myometrial echogenicity (homogeneous = 1, heterogeneous = 0). Uterine arterial blood flow (Doppler spectrum): pulsatility index (≥ 3 = 0, < 3 = 1), resistance index (≤ 0.9 = 1, ≥ 0.9 = 0), telediastolic blood flow (present = 1, absent = 0), protodiastolic notch (present = 1, absent = 0). A final USS was calculated adding the values for each variable. A β-HCG test was scheduled 2 weeks after ET, and if positive, a transvaginal ultrasound was performed to visualize gestational sac(s). Statistical analysis to evaluate the association between score values, individual variables and pregnancy was performed as required.
Results:The overall clinical pregnancy rate was 39.65% (23/58) and the implantation rate was 26% (37/142). The association between USS = 6 and pregnancy was statistically significant (p=0.0001, 95% CI) .When evaluating the association between the individual variables and pregnancy, only the endometrial morphology-trilaminar endometrium as opposed to no-layering/non differentiated endometriumhad an association with pregnancy (p= 0.0003). While, endometrial thickness and endometrial blood flow, showed a no significant association with pregnancy. Another variables were analyzed : HCG day p=0.422, Serum peak of Estradiol p= 0.422, Total oocytes p= 0.691, and none was stadistically significant.
Conclusions:The result of this preliminary study suggest that: 1) USS is an important tool to assess the uterine environment for patients undergoing IVF; 2) Endometrial morphology alone is very close informative about chances of implantation, and 3) High USS are associated with a higher probability of achieving pregnancy.
Key words: iVF, endometrial morphology, ultrasonographic score
Contacto: dr_sepulveda@yahoo.com
Stein AC, Koff WJ, Silva DS, Santos KSD, Genro VK, Cunha Filho JS
Setting: insemine Center for Human Reproduction.
ABSTRACT
Objective: To evaluate the relationship among seminal parameters as prognostic factors for embryonic development in couples undergoing conventional iVF or iCSi during their first cycle of assisted reproduction.
Patients and methods: Prospective cohort study.290 couples with an indication for assisted reproduction.
Results: By analyzing the seminal parameters after semen preparation and assessing their association with early cleavage, correlations occurred with motility (P = 0.006) and concentration (P = 0.002). However, there was no correlation with the percentage of sperm classified as A + B (P = 0.075). In assessing the semen parameters and early cleavage in the conventional iVF group, there were correlations with motility (P = 0.028) and concentration (P = 0.001); however, there were no correlations found in the iCSi group. With regard to seminal parameters and average embryonic scoring, there were correlations with sperm motility (P = 0.0001) and motility A + B (P = 0.0001) in the conventional IVF group, and there was a correlation with concentration (P = 0.022) in the iCSi group.
Conclusions: our study found correlations between seminal parameters and early cleavage in the conventional iVF group but no correlation in the iCSi group. There were correlations in both conventional iVF and iCSi groups with regards to the average embryonic scoring.
Key Words: seminal parameters, embryo development, early cleavage, iCSi, conventional iVF.
Correspondência: alberto@insemine.com
Lopes V.M.1, Café T.C. 1, Brasileiro J.P.B1, Pereira T.R.1, Zavattiero n.i.T.1, Santos J.M.2, Lopes J.R.C.2
1instituto VERHUM, Brasilia, Brazil.
2Cenafert, Salvador, Brazil.
ABSTRACT
Introduction: Despite the assisted reproductive technology development, the pregnancy rate for women over forty’s in iCSi treatments still remains low, leading to a high cost to obtain a new born. The objective of this study was to evaluate the costs with gonadotropins per baby born in patients between 40 and 43 years old, submitted to iCSi with their own oocytes or as recipients.
Materials and Methods: All iCSi cycles in women between 40-43 years old from February 2000 to July 2008 were evaluated in two reproductive centers in Brazil. Women were divided into two groups according to the oocytes used: Group 1 with their own (57 subjects) and Group 2 (44 recipients) with donated eggs from the egg sharing donation program. ovarian stimulation was carried out with FSH until the 7th day, followed by HMG. The starting dose used for women over 40’s was 300ui of FSH and 225ui for donors. The amount and costs of FSH and HMG used by the patients from group 1 and donors that donate oocytes to group 2 were analyzed. The main outcome measured was the costs with gonadotropins used per group to have a baby born.
Results: There were 11 born children in group 1 and 13 in group 2. There were no differences in pregnancy rate (p=0,5). The costs with gonadotropins per cycle for group 1 and 2 were 2.731,90 vs 1.581,98 € (p<0,001). The costs with gonadotropins per baby born in group 1 and 2 were respectively 14.156,21 vs. 5.354,41 (p=0,001).
Conclusions: Egg sharing donation for advanced age women should be considered by medical staff and patient if costs are being considered, since costs per child born in cycles using their own oocytes were demonstrated to be especially high.
Key-words: “egg sharing donation”; “IVF”; “oocyte donation”;
Correspondence to: viniciusmlopes2004@yahoo.com.br
Jimmy Portella Ruiz ,isabel Steurer navea,. Víctor Benavides Soto.
Grupo PRAnoR. lima, Perú.
Objetivo: El gran desafío de las técnicas de Reproducción Asistida (TRA) es evitar las gestaciones múltiples, las cuales son ocasionadas por el alto número de embriones transferidos. El presente estudio revisa la experiencia y los resultados de ciclos de Reproducción Asistida, cuando se cultiva hasta día 5 de desarrollo, comparando diversos parámetros de acuerdo a la edad de la paciente.
Material y método: Se estudiaron de manera retrospectiva 1874 ciclos de Reproducción Asistida con cultivo embrionario hasta el quinto o sexto día de desarrollo. Se compara de acuerdo a la edad de la paciente (?35, 34-39, >39 años; y pacientes que recibieron ovocitos de donantes jóvenes, oD), las siguientes tasas: fecundación, blastulación, embarazo, implantación, aborto y cancelación.
Resultados: El número de embriones que alcanza el estadio de blastocisto, disminuye con la edad sin alcanzar significancia estadística. El porcentaje de ciclos con transferencia cancelada fue superior al 14% en las pacientes mayores de 34 años. El grupo de oD fue mayor estadísticamente significativo en cuanto a tasa de embarazo e implantación en comparación con los otros grupos estudiados(p<0.005). Entre los grupos de 35-39 años y mayores de 39 años no existen diferencias significativas en cuanto a la tasa de embarazo o implantación. Las pacientes mayores de 39 años presentan una tasa de aborto de 59.1%, la cual es significativamente más alta en comparación a los demás grupos estudiados.
Conclusión: El cultivo embrionario prolongado hasta el estadio de blastocisto puede ser aplicado a todas las pacientes en un programa de Reproducción puesto que permite una mejor selección embrionaria, lo cual lleva a transferir menos embriones y disminuir la probabilidad de un embarazo múltiple.
Palabras clave: Blastocisto -cultivo prolongado - ovodonación - tasa de embarazo
Contacto: jportella@fertilidadperu.com
TRA LABORATÓRIO
Tatyane Bandeira Barros1, Adriana Fracasso1, Darlete lima Matos1, Fúlvia Estefânia Padre e Fechine2 e Elmar Pequeno2, André luis da Costa Engenheir2
1Bióloga
2Médico
Centro de Reprodução e Genética Humana - Fertvida ,Fortaleza - CE, Brasil
RESUMO
Objetivo: o Assisted Hatching (AH) é uma técnica utilizada em Centros de Reprodução Assistida, que ajuda na fragilização da zona pelúcida, permitindo que os embriões possam se implantar mais facililmente no útero. Este trabalho objetivou analisar a sua eficácia em dois grupos de pacientes submetidas ao tratamento de Reprodução Assistida.
Material e métodos: os oócitos foram obtidos a partir de pacientes que estavam pelo menos na segunda tentativa de tratamento. os procedimentos de aspiração, denudação, injeção e cultivo ocorreram conforme Remohí (1996). Foram consideradas apenas transferências que tinham pelo menos um embrião de qualidade A. Essa análise do embrião permitiu ao biólogo decidir pela utilização do AH ou não. Para o Hatching foi utilizado o sistema a laser da octax. Para a análise dos dados as pacientes foram divididas em dois grupos: A - < 35 anos; B - ≥ 35 anos. Estes se subdividiram em pacientes que fizeram ou não o AH, C e D, respectivamente. Doze dias após a transferência embrionária foi realizado o β-HCG, para a detecção da gestação. 91 casos foram utilizados para este estudo, sendo 33 pacientes do grupo AC, 13 do grupo AD, 36 do grupo BC e 9 do grupo BD.
Resultados: Ao se comparar a porcentagem de β+ em pacientes com menos de 35 anos (Grupo A), observou-se que os resultados foram semelhantes nos casos onde o HA foi necessário e onde este não foi realizado (33,3% e 38,5%, respectivamente). Já quando comparado os casos de pacientes acima de 35 anos, os resultados de β+ foi maior quando o hatching foi realizado do que no grupo BD (55,6% e 33,3%, respectivamente). Em pacientes com idade inferior a 35 anos, a utilização do hatching manteve a taxa mínima de número de β+. Já para pacientes acima dos 35 anos, ele contribuiu com um aumento de gestações.
Palavras chave: Assisted Hatching, oócitos, idade.
Correspondência: tatybiobandeira@yahoo.com.br
Juan Enrique Schwarze1,2 ,José Balmaceda1, Ricardo Pommer1, Francisca Jeria1
1Unidad de Medicina Reproductiva de Clínica Monteblanco. Santiago, Chile.
2Departamento Clínico de obstetricia y Ginecología de la Universidad de Santiago de Chile
RESUMEN
Introducción: la multigestación es la principal complicación de las técnicas de reproducción asistida, debido a la transferencia de más de un embrión. la criopreservación embrionaria permite la transferencia secuencial de los embriones generados, disminuyendo así el riesgo de multigestación. Sin embargo, la criopreservación tiene algunos incovenientes asociados, sinedo la principal de ellas la acumulación de embriones criopreservados.
Los embriones se pueden criopreservar en distintos estadios del desarrollo. nuestra equipo decidio comenzar a criopreservar embriones en estadio de blastocisto, como una forma de disminuir la acumulación de embriones.
Método: El presente estudio es una análisis de sensibilidad de las repercusiones de esta cambio de politica. Para esto, analizasmos todos los casos de fecundación in vitro entre el 1 de enero del 2007 y el 30 de junio del 2010, e hicimos un análisis de sensibilidad, asumiendo la transferencia de un máximo de dos embriones en mujeres menores de 35 años, y un máximo de tres embriones en mujeres con 35 y más años.
Resultados: Encontramos que al criopreservar en estadio de blastocisto la frecuencia de parejas que criopreservan, y el número de embriones criopreservados disminuye francamente. El análisis de regresión logística con componentes mixtos mostró una disminución del 20% de OR por cada año de edad y una disminución de 95% al comparar el 3er de desarrollo in vitro versus el 1er día; y de 99% al comparar el 5to día con el 1er día.
Conclusion: la criopreservación embrionaria en estadio de blastocisto es una alternativa que evita la acumulación de embriones criopreservados.
Palabras claves: criopreservación, análisis sensibilidad, blastocisto
Contacto: jeschwarze@mac.com
Arildo nerys da Silva Junior1, Maria Cecília de Almeida Cardoso1, George Queiroz Vaz2, Paulo Gallo de Sá2, Maria Cecília Erthal de Campos Martins2, luciene Paschoal Braga Dias3.
1Biólogo
2Médico
3Pesquisadora da Fundação oswaldo Cruz (CECAl - FioCRUZ - RJ).
Clínica de Reprodução Humana Assistida Vida Centro de Fertilidade da Rede D’or.
RESUMO
Introdução: os riscos materno-fetais das gestações múltiplas, e o desejo do casal que é na maioria das vezes de conceber apenas um único filho, são os dois principais fatores que retratam a forte tendência de se transferir apenas um único embrião. Existem muitas classificações morfológicas que visam selecionar o melhor embrião para a transferência, entretanto não se sabe qual é a melhor e mais eficiente delas.
Materiais e Métodos: Foram classificados, de acordo com quatro classificações em experimentação, 442 embriões transferidos em 179 casos. A variável resposta foi à formação ou não de saco gestacional após a transferência. A eficiência das classificações foi avaliada pelo teste não paramétrico de Mann Witney. As razões de chances (Odds Ratio - OR) dos graus classificatórios de cada uma das classificações estudadas, bem como a área sob a curva RoC (ARoC) referentes a cada uma delas, foram determinadas e avaliadas por regressão logística (método Enter).
Resultados: os testes estatísticos empregados resultaram em p=0,008, OR=15,6%, e AROC=0,691 para a classificação Belga-dinamarquesa modificada; p=0,013, oR=8,8%, e ARoC=0,685 para a classificação por pontuação cumulativa; p=0,017, OR=7,9%, e AROC=0,675 para a classificação veeck modificada; p=0,020, oR=11,3%, e ARoC=0,674 para a classificação Veeck original.na prática todas as classificações estudadas são igualmente eficientes, uma vez que os números de significância, razões de chance e áreas sob a curva RoC foram muito semelhantes. As pequenas variações estatísticas encontradas não são significantes, e ocorrem devido ao próprio teor singular e critérios específicos adotados pelas diferentes classificações.
Conclusões: Todas as classificações embrionárias morfológicas analisadas por esse estudo são eficientes em selecionar os melhores embriões para a transferência. levando em consideração os resultados que seriam obtidos na prática, a eficiência de todas as classificações é a mesma, não havendo classificação que seja na prática melhor ou pior do que a outra.
Palavras-chave: morfologia embrionária, classificações, gravidez
Correspondência: arildonerysjunior@bol.com.br
Virgínia lazzari, Ricardo Azambuja, lilian okada, luiza Dorfman, Mariangela Badalotti, Alvaro Petracco,
Setting: Fertilitat Reproductive Medicine Centre, Porto Alegre, RS, Brazil
ABSTRACT
Objective: Since the vitrification technique was developed, a question mark has been raised in order to find out if there is any indication of which protocol has better results in cryopreserving oocytes and embryos. This study had the objective to compare the cryopreservation efficiency between slow freezing and vitrification technique for oocytes and embryos.
Material and methods: For the past 2 years we have had the opportunity to thaw embryos and oocytes either vitrified or frozen by slow freezing protocol. A total of 95 cycles (55 by slow freezing and 40 by vitrification) were performed for those patients that decided to thaw their oocytes and 120 cycles (60 to each method) were performed for those that decided to thaw their embryos. Two days before the embryo replacement, the oocytes were thawed and kept in a Co2 incubator humidified in air, at 37°C during 2 hours before inseminating by intracytoplasmic sperm injection (iCSi). While the embryos where thawed in the replacement day, 2 hours before transferring. All embryo transfers were performed with catheter, under ultrasound control.
Results: Survival rates were statistically different (p<0,05) in oocytes (65.9% to vitrification versus 55.6% for slow freezing) and embryos (89.7% to vitrification against 79.2% by slow freezing) respectively. Fertilization, cleavage, implantation, pregnancies and clinical pregnancies were not statistically different for embryos and oocytes.
Conclusion: Although the survival rate were better for vitrification technique, the pregnancy rate did not show any difference, thus both technique are efficient and can be used in assisted reproduction.
Keywords: survival rate, freezing, human oocytes, human embryos, pregnancy rate
Correspondence to: virginia@fertilitat.com.br
Authors - Rita de Cássia Savio Figueira1, Amanda Souza Setti2, Daniela Paes de Almeida Ferreira Braga1,2 Matheus de Castro Azevedo1, Assumpto iaconelli1, Edson Borges Jr 1 2 3
Department affiliations
1-Fertility - Assisted Fertilization Centre. São Paulo, SP - Brazil
2-Sapientiae institute - Educational and Research Centre in Assisted Reproduction
3Department of Gynaecology and obstetrics - Botucatu Medical
School/UnESP. Botucatu, SPBrazil.
ABSTRACT
Objective: The present study aimed at evaluating whether oocyte dysmorphisms can affect oocyte survival rates in an egg-cryobanking donation program.
Material and methods: A total of 415 Mii oocytes obtained from 54 donor patients were vitrified using Cryotop method. oocyte morphology was assessed using an inverted Nikon Diaphot microscope (Eclipse TE 300; nikon®, Tokyo, Japan) with a Hoffmann modulation contrast system under 400X magnification, just before oocyte vitrification (2-3 hours after retrieval). The influence of dysmorphism’s incidence on survival rates post thaw was assessed using linear regression analysis. Results are expressed as R2 and P values. Results were considered to be significant at the 5% critical level (p < 0.05).
Results: Out of 415 vitrified oocytes, 358 (86.3%) survived. oocyte survival rate was not affected by the presence of the analysed oocyte abnormalities: increased cytoplasmic granularity (R2: 1.6%, P= 0.114), vacuoles in the ooplasm (R2: 2.3%, P= 0.276), aggregates of smooth endoplasmic reticulum in the ooplasm (R2: 0.5% P=0.597), large perivitelline space size (R2: 0.1%, P= 0.119), perivitelline space granularity (R2: 0.5%, P=0.104), fragmented first polar body (R2: 1.3%, P= 0.403) and zona pellucida abnormalities (R2: 3.5%, P= 0.177).
Conclusions: oocyte cytoarchiteture seems to be preserved after warming procedure, irrespective of the morphology. nowadays, there is no way to forecast oocyte donors, or stimulation cycles characteristics indicating in low oocyte survival after vitrifying and thawing. The non-invasive identification of predictive markers for oocyte survival potential remains a difficult task.
Key words: oocyte vitrification, egg-cryobanking, oocyte quality, oocyte morphology, oocyte dysmorphism.
Correspondence to: science@sapientiae.org.br
Ana Márcia de Miranda Cota, Elisa lopes e lages,Hérica Cristina Mendonça,
Ana luísa Menezes Silva, Maria Clara Magalhães dos Santos Amaral, João Pedro Junqueira Caetano
Clínica Pró-Criar / Mater Dei, BH - MG, Brasil
ABSTRACT
Introduction-Objective: The vitrification of blastocyst is an efficient and insurance technique that allows the storage of exceeding embryos. So the objective was to evaluate the results of the vitrification of human blastocyst in the Clinic Pró Criar / Mater Dei.
Materials and Methods: it is an observational, retrospective and descriptive study. 292 patients who had submitted a frozen-thawed blastocyst cycle during the period of January of 2007 the May of 2010 had been evaluated.
Results: The mean age of the women was 34,35 years. The mean number of vitrified and defrosted blastocyst for patient was 2,08 ± 0.87 (varying of 1 a 7 blastocyst), totalizing a total of 604 defrosted blastocyst. 482 blastocyst had survived, with a survival rate of 80%. The average number of blastocyst transferred was 1,63 ± 0.77. 57,53% patients had had the blastocysts frozen in Day 5 and 42,47% in Day 6. The global pregnancy rate for thawed cycle was 44,5%. The clinical pregnancy rate for transfer was 48%. There was no statistical difference in pregnancy rate when Day 5 and Day 6 were compared.
Conclusion: the vitrification of blastocyst is an efficient technique, with high survival rate, that allows the storage of the exceeding embryos with a high pregnancy rate in thawed cycles.
Key words: vitrification, blastocyst, cryopreservation
Correspondence to: anamarcia.cota@procriar.com.br
Ana Márcia de Miranda Cota, , Alexon Melgaço Racilan, Maria Clara Magalhães dos Santos Amaral, Rívia Mara lamaita, Ana luísa Menezes Silva, João Pedro Junqueira Caetano
Clínica Pró-Criar / Mater Dei, BH - MG, Brasil
ABSTRACT
Objective: To assess the impact of assisted hatching on the results of in vitro fertilization in women older than 35 years.
Methods: 232 cycles of in vitro fertilization in patients older than 35 years old were retrospectively evaluated. The patients were divided in 2 groups: assisted hatching group and control group.
Results: The mean age was similar in both groups (38± 2,12 and 37,86± 2,17, assisted hatching group and the control group, respectively, P = 0,58). When compared to the control group, the patients who had done assisted hatching showed significantly less oocytes retrieved and metaphase ii oocytes, and worse fertilization rate (74% x 82%, P=0,016) and embryo freezing rate (19% x 35%, P = 0,007). Besides this, the patients treated with assisted hatching had already done significantly more previous IVF cycles, and used more ampoules of gonadotropins. There were no statistical differences in implantation (18% x 20%) and pregnancy rates (37% x 41%) between both groups.
Conclusions: the patients who had the “assisted hatching” showed characteristics relating to the cycle of iVF indicating a worse prognosis for pregnancy, but even so, they obtained an implantation and pregnancy rate similar to the control group patients.
Key words: assisted hatching, in vitro fertilization, pregnancy
Correspondence to:anamarcia.cota@procriar.com.br
Ortega S., Martínez AR.
Instituto de Medicina Reproductiva. Mendoza, Argentina.
Introducción-objetivo: la ausencia total de espermatozoides en el semen (azoospermia) tiene una incidencia del 5% entre hombres infértiles. A su vez, las obstrucciones en el tracto eferente se calculan entre el 30-40% de los casos de azoospermias. Actualmente este tipo de infertilidad puede ser tratada por medio de la técnica de inyección intracitoplasmática del espermatozoide (iCSi) con espermas de origen testicular o del epidídimo. El objetivo de este estudio fue comparar la efectividad del iCSi con espermatozoides epididimarios en pacientes con azoospermias obstructivas respecto a un grupo control de pacientes normospérmicos con esterilidad de causa tubaria.
Materiales y métodos: se compararon 2 grupos de pacientes infértiles: grupo A: 28 parejas con azoospermias obstructivas realizaron un total de 41 ciclos (ẍ 1,4 ± 0,7) de ICSI con espermatozoides epididimarios; grupoB: 42 pacientes con factor tubario recibieron 51 ciclos (ẍ 1,2 ± 0,5) de iCSi utilizando espermatozoides eyaculados. los principales parámetros medidos fueron: porcentajes de fertilización, implantación, embarazo clínico y tasa de aborto.
Resultados: El porcentaje de fertilización fue del 71,9% y 77,9% para el grupo A y B respectivamente, con una tasa de implantación del 19% y 12,3%. La tasa de embarazo clínico fue del 36,6% y 29,4% por ciclo y de 35,7% y 30,9% por paciente, en los grupos A y B, respectivamente, presentando una tasa de abortos de 13,3 % en cada grupo. ninguno de los parámetros evaluados presentó diferencias significativas.
Conclusión: los resultados de la fertilización in vitro con inyección intracitoplasmática de espermatozoides epididimarios en el tratamiento de pacientes con azoospermias obstructivas son comparables a los obtenidos en iCSi con espermatozoides eyaculados en pacientes con factor tubario.
Palabras-clave: inyección intracitoplasmática de espermatozoides, espermatozoides epididimarios, azoospermias
Contacto: amartinez@imreproductiva.com
María A. Masciangioli1 2, Maria Teresa Urbina 1 , Randolfo Medina 1
1Unidad de Fertilidad, UniFERTES, Clínica El Avila, Caracas, Venezuela
2Universidad Simon Bolívar, Caracas, Venezuela
Institución donde se realizó el trabajo: UniFERTES, Clínica El Avila, Caracas,
RESUMEN
Objetivo: los excelentes resultados obtenidos con vitrificación han permitido el desarrollo de nuevas estrategias en la FiV. El objetivo del presente trabajo es evaluar las tasas de supervivencia, de clivaje y de formación de blastocistos de embriones de ratón re-vitrificados sucesivamente.
Materiales y método: Para evaluar los efectos de la re-vitrificación de embriones, se estudió la viabilidad, el desarrollo y la formación de blastocistos en embriones de ratón luego de 3 vitrificaciones sucesivas, en estadíos de 2, 4 y 8 células, respectivamente. Se utilizaron los kit RapidVitTM y RapidWarmTM Cleave de Vitrolife®, con la técnica del CryoloopTM. las tasas de supervivencia, de clivaje y de formación de blastocistos de ratón que habían sido re-vitrificados tres veces se compararon con las tasas de embriones de ratón que sólo habían sido congelados una vez y con lo reportado en la literatura.
Resultados: Se obtuvieron tasas finales de supervivencia, de clivaje y de formación de blastocistos de 97,5%, 100% y 88,89 % respectivamente, en los embriones re-vitrificados.
Conclusión: Los resultados sugieren que la re-vitrificación de embriones es una técnica segura que se puede realizar sin afectar la supervivencia, el clivaje ni su desarrollo hasta blastocistos.
Palabras clave: Embrión, criopreservación, vitrificación, re-vitrificación, fecundación in vitro, FIV.
Contacto: mariale.mn@gmail.com
Inés Carretero1, Maria Fernanda Urquiza1, Mónica J Donaldson1, Andréa G Alonso1, R Agustín Pasqualini1 y Carlos J Quintans2
1Halitus instituto Médico, Buenos Aires
2Fundación REPRo Buenos Aires República Argentina
RESUMEN
Objetivo: Comparar los resultados obtenidos en un programa de fertilización in vitro con embriones que fueron criopreservados en estadío de blastocisto, ya sea mediante criopreservación lenta o bien por vitrificación.
Pacientes e Métodos: Se consideraron aquellos pacientes que durante los años 2009 y 2010 tuvieron ciclos de transferencia de embriones criopreservados en estadío de blastocisto. De nuestra base de datos se seleccionaron los ciclos que correspondían a las características mencionadas. los resultados se analizaron con el programa Graph Pad inStat, mediante el test exacto de Fisher.
Resultados: Se registraron 133 ciclos que correspondían a transferencias de embriones criopreservados en estadío de blastocisto realizadas los años 2009 y 2010. De este total, 107 ciclos correspondían a blastocistos criopreservados por la técnica lenta (grl) y los restantes 26 fueron blastocistos vitrificados (grV). En el grL se descriopreservaron 3,28 ± 1,18 blastocistos por ciclo y en el grV 2,96 ± 1,77 siendo la media de blastocistos transferidos de 2,35 ± 0,90 (grL) y 2,30 ± 0,97 (grV) respectivamente. la diferencia en la recuperación de blastocistos viables entre ambos grupos no resultó significativa (P= 0.4315). En el grl se debieron suspender 11 transferencias (10,3%) mientras que en el grV 3 (11,5%) por falta de viabilidad de los embriones recuperados. En el grL se obtuvieron 39 (40.6%) embarazos clínicos y en el grV se lograron 13 (56,5%); la diferencia observada no resultó significativa (P= 0.2416).
Conclusiones: la criopreservación lenta en estadío de blastocisto se emplea en nuestro centro con resultados satisfactorios. En los últimos dos años se comenzó a explorar las posibles ventajas de utilizar la vitrificación, para determinar si ésta justificaría el cambio del protocolo lento en uso. Si bien los resultados muestran una tendencia a ser mejores con la vitrificación, el número de casos estudiado no permite aún obtener conclusiones con validez estadística.
Palabras clave: blastocisto, vitrificación, criopreservación, enfriamiento lento
Contacto: ines.carretero@halitus.com
Castillo Baso Jorge 1, Santos Haliscak Roberto1, Galache Vega Pedro1, Díaz Spindola Pablo1, Sepúlveda González Jose1, García Villafaña Genaro2
1Médicos Ginecólogos Especialistas en Biología de la Reproducción
2Biologo especialista en Embriología humana
Instituto para el Estudio de la Concepción Humana . iECH Monterrey, México
RESUMEN
Objetivo: Estos espermatozoides maduros tiene gran cantidad de receptores de acido hialurónico y potencialmente pueden ofertar un mejor pronostico reproductivo. El objetivo de nuestro estudio es el determinar si existen diferencias significativa al seleccionar los espermatozoides con la técnica PiCSi vs iCSi en cuanto al pronóstico de los tratamientos de reproducción asistida; en pacientes con factor masculino severo.
Materiales y Métodos: Se realizo un ensayo clínico prospectivo de 256 ciclos consecutivos frescos aplicándose la técnica de PiCSi de selección espermática a 40 pacientes y 216 se les realizo ICSI; posteriormente se realizo un análisis del pronostico reproductivo al subdividir en brazos : pacientes con Kruger <4% y pacientes con Kruger>4%.
Resultados: Encontramos en el grupo de pacientes de >4% de Kruger; mayor cantidad de embriones en Gi transferidos (47 %vs36%) y mayor cantidad de embriones en estadio de blastocisto transferidos (6 vs 1). Consecuentmente encotramos mejores porcentajes de embarazo (53% vs 40%) en este grupo aunque la diferencia no fue estadísticamente significativa. No encontramos beneficios claros de con la implementación de la técnica en pacientes con Kruger > 4%.
Conclusión: la técnica PiCSi, parce ser una alternativa factible en casos con factor masculino severo a fin de seleccionar el mejor espermatozoide.
Palabras-clave: espermatozoides, selección. iCSi
Contacto: castillobaso@hotmail.com
Franco GRR ; Franco ACC
Embryolife - instituto de Medicina Reprodutiva, São José dos Campos, SP, Brasil.
RESUMO
Objetivo: no presente estudo, os autores procuraram testar uma técnica simples e factível, a qual mensura a incidência de espermatozóides com cromatina íntegra numa amostra.
Material e método: Emprega kit de corante do tipo Diff-Quik, rotineiramente utilizado na análise da morfologia espermática, baseando-se na intensidade da pigmentação originada pelo corante na cabeça dos espermatozóides. Foram analisadas as possíveis relações entre a incidência de espermatozóides com cromatina fragmentada e a fertilização, clivagem e gravidez.
Resultados: Corroborando com trabalhos anteriores, relações significativas foram observadas nas taxas de fertilização e clivagem, obtendo-se o patamar de 30% como limite de espermatozóides com cromatina fragmentada na amostra.
Conclusão: Esta metodologia mostrou-se viável para ser empregada na rotina de laboratório, tornando rápida e barata a analogia de um parâmetro seminal de importância preditiva e sua plausível influência nos resultados de RHA.
Palavras-chave: Cromatina, Espermatozóide, Fertilização, Clivagem, Diff-Quik.
Correspondência:franco@embryolife.com
Jose Juan luna 2,3, nicolás Garrido 1,2, Antonio Pellicer 1,2, Pedro Cuapio1 y Marcos Meseguer 1,2
Instituto Valenciano de infertilidad, Valencia, Spain
1 instituto Valenciano de infertilidad, Mexico DF, México
2 instituto Valenciano de infertilidad Valencia, Universidad de Valencia (iUiVi) Valencia, Spain
3 HiSPAREP, México DF, México
ABSTRACT
Objective: To analyze the damage caused by the sperm cryopreservation technique on reproductive outcome by comparing freeze-thawed fertile sperm samples vs. fresh samples in an ovum donation program performing iVF and iCSi procedures in the same cohort of oocytes.
Design: Prospective cohort study.
Setting: University-affiliated private IVF setting.
Patients and methods: Prospective cohort study. University-affiliated private IVF setting. Couples undergoing oocyte donation sharing iVF and iCSi fertilization procedures in the same cycle, with frozen-thawed (n =51), or fresh sperm (n=61) from proven fertile men.interventions: none. Main outcome measures: We compared the results obtained by using fresh or frozenthawed sperm with fertilization rates and embryo quality parameters depending on iVF or iCSi, implantation and pregnancy outcome.
Results: Sperm freezing affected fertilization rate per cycle in a completely different ways, since in fresh samples fertilization rates are comparable or even better in iVF treatments (-0.68 % (SEM=2.63 nS), in comparison with frozen/thawed sperm where iCSi clearly exhibited a notable increase (14.77 % (SEM=4.47) p=0.001) . Meanwhile embryo parameters were quite similar between iVF and iCSi procedures when fresh sperm were used, embryo fragmentation experimented an increase associated with IVF, 48h embryos (8.7% vs 9.9% p=0.043), 72h embryos (10.86% vs 13.89% p=0.001) in frozen-thawed samples.
Conclusions: Sperm cryopreservation is negatively affecting its ability to fertilize during conventional iVF. The sperm selection performed by iCSi is overcoming this defect improving fertilization and embryo quality, obtaining comparable results in frozen or fresh sperm.
Key words: iVF/iCSi/ sperm cryopreservation / oocyte donation/ embryo quality/ male fertility.
Correspondence to: josejuanluna@hotmail.com
Vireque AA1, Watanabe YF2, Resende loT1, Bernuci MP1, Martins WP 1 Ferriani RA1
1, Department of obstetrics and Gynecology, Faculty of Medicine of Ribeirão Preto, University of São Paulo
2 Vitrogen Biotecnologia da Reprodução, Cravinhos - SP, Brazil
Setting: Department of obstetrics and Gynecology, Faculty of Medicine of Ribeirão Preto, University of São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brazil.
ABSTRACT
Introduction-objective: The toxic contamination produced by deterioration of mineral oil quality and extraction of steroids from the culture medium into the oil overlay has been associated with impaired in vitro development and freezability of oocytes and embryos. Alternatively, the use of washed and autoclaved oil with 0.9% saline may provide a useful tool to prevent toxic contaminants in commercial mineral oil, however its effect upon steroids extraction from the culture medium remains to be determined.
Material and methods: to compare the concentration of steroids in iVM droplets of cumulus-oocyte complexes (CoCs) cultured under two types of oil overlay: washed and autoclaved mineral oil (WMo) or mineral oil in its commercial formulation (CMO) and to evaluate its influence on subsequent embryo development. Bovine CoCs were cultured at a density of 1/10 µL in TCM-199 supplemented with estradiol-17ß at 38.5 °C, 5% CO2 and 100% humidity during 24 h. After fertilization, presumptive zygotes were co-cultured with cumulus cells until 224 h post-insemination (hpi). Media were collected before and after IVM, and stored at -20 °C. Estradiol (E2) and progesterone (P4) were determined by chemiluminescence method and embryo development was evaluated by cleavage, blastocyst and hatching rates at 168-224 hpi.
Results: E2 and P4 were dramatically reduced (P<0.01) in both oil overlay. Remaining levels of E2 in iVM microdrops were significantly higher in WMO (313.03 ± 72.6 ng/ml) than CMo (123.5 ± 46.1 ng/ml) showing lower steroid absorption by WMo overlay (P<0.01). Progesterone secreted by CoCs was almost totally absorbed by mineral oil, irrespectively to the oil preparation. There were significantly lower hatching rates in WMO than CMO (71.4 % vs 94.4%, respectively; p<0.05).
Conclusion: These results suggest that the use of hydrated mineral oil during IVM influences estradiol bioavailability and may be detrimental to in vitro embryo development.
Keywords: Reproductive techniques; Steroids; IVM; Mineral oil; preimplantational embryo development
Correspondence to: alessandra_vireque@yahoo.com.br
María Teresa olivieri, Estrella Rosemberg, Sammy Bronfenmajer
EMBRIOS, Centro de Fertilidad y Reproducción Humana. Hospital de Clínicas Caracas, Caracas, Venezuela.
RESUMEN
Introducción: Con el objeto de disminuir el número de embriones a transferir, se han diseñado sistemas de clasificación embrionaria para seleccionar los embriones con mayor probabilidad de implantación. El objetivo de este trabajo fue evaluar un sistema acumulativo de clasificación embrionaria y su eficiencia para predecir el éxito de la Fecundación in vitro (FiV).
Materiales y Métodos: El grupo de estudio consistió en 257 ciclos consecutivos de FiV-iCSi, transferidos en D3. Se transfirieron 655 embriones evaluados usando un sistema acumulativo de clasificación embrionaria (SACE). Se analizó retrospectivamente la relación entre el criterio SACE y el criterio clásico de calidad embrionaria (SCC) con las tasas de embarazo e implantación.
Resultados: Cuando todos los embriones transferidos tienen puntaje SACE≤18 las tasas de embarazo y de implantación son 0%. Cuando se transfiere por lo menos un embrión con puntaje SACE>18 la tasa de embarazo es 47,2% y la de implantación es 24,9%. Al contrario, utilizando el criterio SCC, se observó una alta probabilidad de embarazo (35,7%) aún si no se transfirió ningún embrión Grado I o II. En pacientes ≤34 años no se observó un aumento en la tasa de embarazo al incrementar el número de embriones transferidos con SACE>18, mientras que en pacientes ≥35 años la tasa de embarazo aumentó significativamente al transferir más de 1 embrión con SACE>18 y al transferir 3 embriones aumentaron también las tasas de implantación y de embarazos múltiples.
Conclusiones: El criterio de puntajes acumulativos SACE permite seleccionar embriones con alta probabilidad de implantación, siendo más eficiente que el criterio clásico SCC. El criterio propuesto permite la transferencia electiva de 2 embriones con puntaje SACE>18 en pacientes ≥35 años y de 1 embrión en pacientes ≤34 años, disminuyendo la tasa de embarazos múltiples sin afectar la tasa de éxito de los tratamientos.
Palabras-clave: clasificación embrionaria , FiV-iCSi , calidade embrionaria
Contacto: tereolivieri@gmail.com
Alicia Elías Escudero1, Andrea Delgado Elias1, luis noriega Portella1. Jimmy Portella Ruiz2.
1Médico
2Biologo
Grupo PRAnoR de Reproducción Asistida. lima, Perú
RESUMEN
Objetivos: Comparar retrospectivamente las tasas de embarazo, implantación y aborto en los ciclos con transferencia de blastocistos desvitrificados, usando dos métodos de preparación endometrial: ciclo espontáneo y ciclo artificial.
Material y métodos: Se evaluó retrospectivamente 55 ciclos de Transferencia de Blastocistos Desvitrificados (TBD) entre enero del 2010 y febrero del 2011. las pacientes fueron preparadas para la TBD utilizando el ciclo espontáneo (n = 16/Grupo A), con inducción de la ovulación utilizando Gonadotropina Coriónica Humana (HCG) al encontrar un folículo dominante 318mm, confirmando la ovulación con una ecografía posterior; y ciclo artificial (n = 39/Grupo B) administrando Acetato de Leuprolide el día 21 del ciclo previo y tratamiento hormonal con Valerato de estradiol en un protocolo de dosis creciente.
Resultados: las pacientes en ambos grupos tuvieron características clínicas similares. la tasa de implantación fue 23% en el grupo A y 21% en el grupo B (riesgo relativo [RR], 0.88; 95% intervalo de confianza [IC], 0.40-1.96; p=0.970); la tasa de embarazo clínico fue de 44% en el grupo A y 36% en el grupo B (RR, 0.82; 95% IC 0.41-1.65; p=0.811); y una tasa de aborto de 14% en el grupo A y 21% en el grupo B (RR, 1.50; 95% IC, 0.19-11.9; p=0.844). No se observaron diferencias estadísticamente significativas entre las tasas de implantación, embarazo clínico y tasa de aborto, así como en las tasas de embarazo en curso y embarazo múltiple.
Conclusión: El presente estudio sugiere que tanto el ciclo espontáneo como el artificial en TBD tienen similares tasas de implantación, tasas de embarazo, y tasas de aborto. Debido a que el número de ciclos TED se está incrementando, es necesario realizar estudios prospectivos, al azar y controlados que evalúen la relación entre los protocolos de preparación endometrial y los resultados de embarazo, así como evaluar los costos y satisfacción de las pacientes.
Palabras-clave: blastocisto, desvitrificación, resultados.
Contacto: aliciaelias@fertilidadperu.com
Isabel Carrasco1 ,Marina Ríos2, René Salinas3, Rodrigo Enríquez3, Patricio Donoso3, Patricio González3
1Bioquímico
2Biólogo
3Médico
Institución: Unidad de Medicina Reproductiva (UMR), Clínica Alemana de Santiago, Chile.
RESUMEN
Objetivo: la criopreservación de ovocitos representa una herramienta útil para preservar ovocitos supernumerarios luego de la estimulación ovárica controlada, evitando riesgos médicos y costos de un nuevo ciclo. Este trabajo dá a conocer los primeros resultados de embarazo en nuestro país utilizando la metodología de congelamiento lento en parejas infértiles, en un centro donde no se realiza criopreservación de embriones ni selección de ellos para la transferencia al útero.
Material y método: Se criopreservaron todos los ovocitos maduros supernumerarios y luego de la descongelación se realizó la inyección intracitoplasmática del espermatozoide (iCSi) 2-3 horas post-incubación. la transferencia embrionaria tuvo lugar en día 2 ó 3 post-inyección. Un total de 1245 ovocitos fueron criopreservados correspondiente a 130 ciclos, y 408 ovocitos descongelados de 52 ciclos.
Resultados: las tasas de sobrevida, fecundación, implantación y embarazo clínico fueron de 44.9%, 73.1%, 10.5% y 19.2% respectivamente, con 5 recién nacidos vivos y 2 embarazos en curso. no se registró embarazo múltiple. la tasa acumulativa de embarazo clínico fue de 49.2%.
Conclusión: En nuestra experiencia, la criopreservación de ovocitos es una opción para evitar la eliminación de ovocitos sobrantes en centros donde la criopreservación de embriones no está permitida.
Palabras clave: criopreservación de ovocitos, congelamiento lento, sobrevida ovocitaria, tasa de embarazo.
Contacto: icarrasco@alemana.cl
Genética e Biologia Molecular
Ciro Dresch Martinhago; Raphaela P Santos; Joji Ueno; Mariana Angelozzi de Oliveira; Luciana Francisco Semião; Ricardo M de Oliveira.
RDO - Medical Diagnosis, São Paulo, SP - Brazil
ABSTRACT
Purpose: To verify if the A1298C polymorphism in the MTHFR gene is or not associated with a decrease of the ovarian reserve.
Methods: Samples of peripheral blood were obtained from 164 female patients and MTHFR genotypes were compared to the anti-mullerian hormone as well as FSH, lH and inhibin B.
Results: Samples were divided as follows; 84 samples of non-carriers for the A1298C polymorphism in the MTHFR gene, e.g. 1298AA; 62 heterozygous 1298AC for the mutation; and 18 presented variation in homozygous form, e.g. 1298CC. The AMH mean value measured for 1298AA genotype was of 1,14 ng/mL: for the 1298AC genotype was of 0,91 ng/mL; and for the 1298CC genotype was of 1,49 ng/mL. A negative correlation between AMH and FSH, lH and the FSH/lH relationship was observed as expected. inhibin B, on the other, presented a positive association with AMH, also as expected.
Conclusion: This study showed that by itself the A1298C polymorphism does not seem to affect AMH levels.
Key words: anti-mullerian hormone, FSH and lH, ovarian reserve, A1298C polymorphism MTHFR.
Correspondence to: ciro@rdo.med.br
Autores : Gazzo E, Vizcarra F, noriega l & Escudero E
Grupo PRAnoR de Reproducción Asistida, lima, Perú.
RESUMEN
Introducciónobjetivo: la morfología embrionaria es una de las pocas herramientas disponibles en los laboratorios de Reproducción Asistida que permite la selección de los embriones a transferir. Sin embargo, actualmente, existe además la posibilidad de realizar diagnostico genético preimplantacional (PGD), que nos informa de las aneuploidías del embrión. Este estudio compara la morfología embrionaria en día 5 con el resultado del PGD.
Material y método: Analizamos retrospectivamente, 247 ciclos en donde se realizo PGD por FiSH a 1520 embriones en día 3. Se evalúo la morfología del embrión en día 5 y su resultado en el PGD.
Resultados: Dentro de la población de embriones que llegaron a blastocisto, en el día 5 (519) sólo un 39.1 % de ellos (203) tuvieron un diagnóstico genético normal. Cuando se analizó la población de embriones en estado de blastocisto que llegaron hasta la categoría de expandidos o eclosionando (184), sólo un 38.0% de ellos (70) tuvieron un diagnóstico genético normal. Del total de embriones biopsiados (1520) el 65.8% de ellos no llego a blastular y dentro de este grupo, sólo un 13.6% fueron genéticamente sanos.
Conclusión: los resultados muestran que la morfología del embrión en el día 5 de cultivo no sería una herramienta útil para predecir que el embrión tenga una carga genética normal, puesto que sólo el 38% de los blastocistos, era sano. Sin embargo, es de mejor pronóstico llegar a blastocisto, puesto que presenta mejores resultados que cuando el embrión se queda en etapas previas de clivaje. la posibilidad de utilizar el diagnóstico genético preimplantacional de manera rutinaria en los laboratorios de Reproducción Asistida, podría mejorar los resultados de un programa de reproducción Asistida.
Palabras-clave: Reproducción Asistida, blastocisto, diagnostico genético preimplantacional
Contacto: egazzo@fertilidadperu.com
Gazzo E, Catanzaro G, noriega l & Sepúlveda S.
Grupo Pranor de Reproducción Asistida, lima, Perú.
RESUMEN
Introducción-objetivo: El diagnostico genético preimplantacional por hibridación genómica comparada (aCGH) se ve como una importante herramienta para la detección de aneuploidías en embriones humanos, pudiendo examinar los 24 tipos de cromosoma antes de ser transferido, lo cual podría aumentar la posibilidad de obtener un embarazo.El CGH, permite hacer un análisis citogenético completo de todo el cariotipo. Se basa en establecer una hibridación competitiva entre un DnA control con cariotipo 46, XY y un DnA problema, en proporción 1:1 y marcados con fluorocromos, sobre metafases de linfocitos euploides. En este trabajo se muestra la experiencia preliminar realizando aCGH a pacientes del programa de diagnostico genético preimplantacional.
Material y método: Se reportan 6 casos realizados, entre octubre de 2010 y Febrero de 2011. En todos ellos la biopsia del trofoectodermo se realizó en blastocistos expandidos en día 5 o 6 y posteriormente fueron vitrificados hasta recibir el resultado del aCGH.
Resultados: la transferencia se realizó en un ciclo diferente en 4 de los 6 ciclos iniciados, logrando 3 embarazos.
Conclusión: Creemos importante poder contar con esta técnica de diagnóstico genético más extensa, la cual podría permitir un aumento de la tasa de embarazo y una disminución de la tasa de aborto.
Palabras clave: diagnostico genético preimplantacional, hibridación genómica comparada, experiencia preliminar.
Contacto: egazzo@fertilidadperu.com
PSICOLOGIA E ACONSELHAMENTO
Helena Prado lopes
Instituição: instituto de Ginecologia - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ.Brasil
RESUMO
Objetivo: Este estudo examina o processo de enfrentamento de homens e mulheres inférteis durante investigação diagnóstica e tratamento da infertilidade conjugal, realizado no ambulatório de reprodução assistida num hospital público.
Material e método: A presente análise discute os resultados de uma pesquisa qualitativa cujo objetivo é enfatizar a importância da integração dos aspectos médicos e psicológicos no atendimento aos casais inférteis. Para a coleta de dados, utiliza-se a entrevista psicológica semidirigida. Esse recurso promove uma escuta diferenciada dos aspectos emocionais vivenciados pelos pacientes, permitindo maior reflexão aos casais sobre suas dificuldades diante do processo de investigação e tratamento de infertilidade.
Resultados: A partir dos dados, verifica-se que, além do tratamento médico, os pacientes necessitam de uma intervenção psicológica centrada nas repercussões emocionais vivenciadas por eles durante todo o processo. Dada à complexidade do processo de reprodução assistida, é essencial considerar tanto os fatores médicos, imprescindíveis para se atingir a concepção do filho biológico, quanto os fatores psicológicos, nos níveis individual, conjugal e social.
Conclusão: a dimensão médica integrada à psicológica auxilia esses pacientes a potencializar seus recursos e a buscar meios mais adaptativos para minimizar os possíveis dilemas e a ansiedade vividos durante o processo.
Correspondência: helenaprado@globo.com
FERTILIDADE MASCULINA E PESQUISA BáSiCA
Molina Rosa, Estofán Gustavo, Kuperman natalio, Beltramone Fernando, Palena Celina, Estofán Daniel
Centro integral de Ginecología, obstetricia y Reproducción (CiGoR), Córdoba.
Argentina
RESUMEN
Introducción: Altos títulos de anticuerpos antiespermatozoides (ASAs) en la mujer afectaría la migración espermática por el tracto reproductor femenino y la fertilización del ovocito. Hay varias teorías relacionadas a la etiopatogenia de la inmunoinfertilidad femenina, una más reciente propuesta por Clarke (2009), sería que, el sistema inmune de la mujer responde frente a repetidas exposiciones contra esos ASAs produciendo anticuerpos antiidiotipos potenciando así la respuesta inmune a los espermatozoides.
Objetivo: Determinar la presencia de ASAs en mujeres que consultaban por fertilidad y cuyos maridos presentaban anticuerpos unidos a sus espermatozoides.
Materiales y Métodos: Estudio Prospectivo de Cohorte. Se investigó ASAs en suero a 28 mujeres voluntarias con esposos ASAs positivos y en 6 mujeres cuyas parejas presentaban un Mar Test negativo. Para la determinación se utilizó como antígeno (Ag) un pool de espermatozoides sin ASAS seleccionados por Swim Up y estos espermatozoides fueron incubados con el suero de las mujeres en estudio. la valoración de ASAs se realizó con un kit comercial “Sperm Mar Test igG Anti-Sperm Antibody Test” (FertiPro)
Resultados: El 21% de las mujeres (6/28) presentaron una fuerte respuesta inmunológica (> 40%) y el 36% (10/24) una respuesta leve (10 - 40%). Si sumamos ambas respuestas obtenemos que el 57% de las mujeres presentan ASAs positivos.
Conclusión: Estos resultados podrían avalar la teoría de Clarke en la cual espermatozoides con ASAs producirían una respuesta inmune en la mujer. Debido a la alta incidencia de ASAs encontrada en este grupo de pacientes, podemos concluir que se debería investigar de rutina la presencia ASAs en mujeres cuyas parejas masculinas presenten un factor inmunológico. Estos ASAs podrían ser una causa más que impactaría negativamente en la fertilidad de la pareja.
Palabras Claves: Anticuerpos antiespermatozides, Factor inmunológico, infertilidad.
Contacto: info@lablar.com
Autores: iara Viana 1,3, Danielle Araújo 3, Marjorie Mota 2,3, Marcelo Rocha 4,3, Marcelo Cavalcante 3 e Marcelo Gondim Rocha 3,4
1Universidade Estadual do Ceará
2Universidade Federal do Ceará
3Centro de Reprodução Assistida do Ceará, Brasil
4Universidade de Fortaleza (UniFoR)
Instituição onde foi realizado o trabalho: Centro de Reprodução Assistida do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil
RESUMO
Introdução: o fator masculino está envolvido em 50% dos casos de infertilidade conjugal, por isso, uma avaliação inicial minuciosa deve ser realizada. o objetivo deste trabalho foi avaliar a motilidade e morfologia espermática entre grupos com diferentes concentrações totais de espermatozóides submetidos à análise seminal.
Material e método: As amostras foram avaliadas segundo os critérios da organização Mundial de Saúde (oMS), para analisar concentração total, motilidade espermática e o critério de Krüger para morfologia espermática. os grupos foram divididos com relação às diferentes concentrações totais de espermatozóides: Grupo 1 (0,1 a 4 x 106 milhões), Grupo 2 (5 a 9 x 106 milhões), Grupo 3 (10 a 19 x 106 milhões), Grupo 4 (20 a 99 x 106 milhões) e Grupo 5 (>100 x 106 milhões).
Resultados: na motilidade inicial não há diferenças significativas entre os grupos 1, 2 e 3; os grupos 3 e 4 também não diferem entre si e o grupo 5 apresentou valores significativamente maiores que os demais grupos. Avaliando-se a motilidade pós-capacitação, o grupo 1 apresentou valores significativamente menores que os demais; não há diferenças significativas entre os grupos 2 e 3, assim como entre os grupos 3 e 4 e o grupo 5 apresentou valores significativamente maiores que os demais. A análise da média da morfologia normal entre os grupos permite afirmar que os grupos 1 e 2 não diferem significativamente; assim como os grupos 3 e 4 que não diferem entre si, mas são significativamente maiores que os grupos 1 e 2; e o grupo 5 tem valores significativamente maiores que os demais.
Conclusão: pacientes com concentrações totais de espermatozóides maiores que 20 x 106 milhões possuem valores significativamente melhores de motilidade inicial, pós-capacitação e morfologia. Estes fatores são relevantes para uma melhor taxa de fertilização e de desenvolvimento embrionário.
Palavras-chave: Sêmen, Concentração, Motilidade e Morfologia.
Correspondência: conceptus@clinicaconceptus.com.br
Shalom Valerie1, olivieri María Teresa1, Rosemberg Estrella1, Bronfenmajer Sammy2.
1 Biologa,
2 Médico
EMBRIOS Centro de Fertilidad y Reproducción Humana. Hospital de Clinicas Caracas, Caracas, Venezuela.
RESUMEN
Introducción: Se ha sugerido que la obesidad podría tener un efecto perjudicial sobre la calidad seminal y la integridad del ADn espermático. Este estudio tiene como objetivo analizar si la obesidad altera la función reproductiva del hombre.
Materiales y Métodos: Se realizó un estudio prospectivo en 86 hombres divididos en donantes de semen fértiles y hombres de parejas infértiles (Pi). Cada grupo fue dividido según su índice de masa corporal (iMC), peso normal IMC≤ 25kg/m2, sobrepeso iMC 25-30kg/m2, obesidad IMC≥ 30kg/m2. Grupo i, donantes de semen con peso normal (n=16), Grupo ii donantes de semen con sobrepeso (n=14), Grupo iii hombres de Pi con sobrepeso (n=18) y Grupo iV hombres de Pi con obesidad (n=38). los hombres fueron pesados y medidos. Se realizó el análisis seminal y se evaluó la fragmentación del ADn espermático con el kit Halosperm®. los datos fueron analizados mediante el análisis de varianzas (AnoVA) y comparación de medias con t de Student.
Resultados: Se encontró que los hombres con sobrepeso y obesidad presentaban menor concentración espermática que los donantes de peso normal y con sobrepeso (iii: 23.7x106±27.3; IV: 27.9x106±24.6; I: 57.1x106±28.7; ii: 63.7x106±35.7/ml) y lo mismo se observó con la movilidad (III: 52.8%; IV: 55.6%; I: 74.4%; II: 65.4%). Los donantes de peso normal presentaron una movilidad mayor, que los donantes con sobrepeso. la morfología no presentó diferencias entre los grupos. El porcentaje de fragmentación del ADn espermático fue mayor en hombres con sobrepeso y obesidad en comparación con los donantes de peso normal y con sobrepeso (iii: 29.24%; IV: 36.09%; I: 10.40%; II: 15.71%). Los donantes de peso normal presentaron menor porcentaje de fragmentación que los donantes con sobrepeso.
Conclusiones: En conclusión, altos niveles de índice de masa corporal están asociados a una disminución en la movilidad espermática y a un aumento de la fragmentación del ADn espermático.
Palabras claves: obesidad, infertilidad, Fragmentación de ADn espermático, Espermatograma.
Contacto: valeries86@gmail.com
Felipe Arturo Morales Martínez1,5, Martha Merino Ruiz1, Eddy Efrén Angulo Velarde2, . Hilda Magdalena luna Aranda3, Geraldina Guerrero González1 y luis H. Sordia Hernández1
1Departamento de Ginecología y obstetricia del Hospital Universitario, U.A.n.l. Monterrey nl, México.
2 Biología de la Reproducción Humana del Hospital Universitario, U.A.n.l.
3Químico de laboratorio de Biología de la Reproducción
Centro Universitario de Medicina Reproductiva del Departamento de Ginecología y obstetricia del Hospital Universitario, U.A.n.l. Monterrey nl, México.
RESUMEN
Introducción-objetivo: Existe un reducido número de publicaciones con respecto a los efectos del sildenafil sobre la motilidad espermática, la mayoría en varones sanos cuyos resultados son controversiales. Este estudio busca determinar los efectos del sildenafil sobre la motilidad espermática en pacientes con astenozoospermia.
Métodos: Participaron 32 varones de Julio de 2008 a Agosto 2009. Se analizaron 4 muestras de semen: la primera (M1) y la segunda (M2) denominadas basales, fueron colectadas en diferentes fechas y sirvieron para evidenciar el diagnóstico. la tercera muestra (M3) fue obtenida 1 hora después de la segunda con la finalidad de observar un probable efecto benéfico tanto en cuenta como en motilidad y la cuarta (M4) fue colectada en una fecha diferente, una hora después de la administración de 100 mg de sildenafil con el objetivo de determinar un efecto de mejora en la motilidad de los espermatozoides.
Resultados: El promedio de % de espermatozoides móviles en las muestras fue de 28.7% (M2), 31.0% (M3) y 30.1% (M4) post-sildenafil no mostrando diferencia significativa. La motilidad total (% de móviles a+b x cuenta total x volumen) fue de 43.6% (M2), 44.0% (M3) y 56.6% (M4), que muestran una tendencia a la mejora aún cuando no es significativa. Al revisar las muestras apareadas M2 y M4 (post-sildenafil) encontramos que la motilidad total mejoró en 15 casos (46.8%).
Conclusiones: Encontramos una tendencia a mejorar la motilidad de varones con astenozoospermia que recibieron Sildenafil por vía oral una hora previa a la eyaculación pero no así en muestras colectadas con una hora de diferencia.
Palabras clave: sildenafil, motilidad espermática, astenozoospermia.
Contacto: drfamm@yahoo.com
ENDOMETRIOSE E PESQUISA BÁSICA
Michele Gomes Da Broi1, Aline Zyman de Andrade1, Jhenifer Kliemchen Rodrigues1, Rui Alberto Ferriani1, Alceu Afonso Jordão Junior2, Paula Andrea navarro1
1Departamento de Ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP - Ribeirão Preto (SP), Brasil
2Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, Ribeirão Preto - SP, Brasil
Setor de Reprodução Humana, Departamento de Ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP. Brasil.
Fonte de Auxílio: FAPESP (Processo 2008/58197-6), CNPq (Processo 474858/2009-0) e Instituto nacional de Ciências e Tecnologia - inCT/CnPq - Hormônios e Saúde da Mulher
RESUMO
Introdução: o estresse oxidativo (Eo) no microambiente folicular pode promover anormalidades meióticas oocitárias e estar envolvido na etiopatogênese da infertilidade relacionada à endometriose. o objetivo deste estudo foi comparar os níveis de cinco marcadores de Eo (total de hidroperóxidos, malondialdeído (MDA), produtos avançados de oxidação protéica (AoPPs), glutationa (GSH) e vitamina E) no fluido folicular (FF) de pacientes inférteis com endometriose e fator tubário e/ou masculino de infertilidade.
Materiais e métodos: incluiu-se consecutivamente 127 pacientes submetidas à estimulação ovariana para realização de injeção intracitoplasmática de espermatozóide (iCSi) (54 com endometriose e 73 controles). no dia da coleta dos oócitos, amostras de FF do primeiro folículo aspirado (diâmetro ≥ 15 mm) de cada paciente, livres de contaminação sanguínea, foram obtidas de 78 mulheres (2 com endometriose sem estadiamento, 19 com endometriose graus I/II, 9 com endometriose graus iii/iV e 48 controles). os marcadores de Eo foram mensurados por espectrofotometria (total de hidroperóxidos, MDA, AOPPs e GSH) e por cromatografia líquida de alta eficiência (vitamina E).
Resultados: encontrou-se maiores níveis de glutationa e menores níveis de hidroperóxidos no FF de pacientes com endometriose e endometriose i/ii quando comparadas às controles. não houve diferença entre os grupos endometriose e controle com relação aos demais marcadores.
Conclusões: as alterações encontradas no FF de pacientes inférteis com endometriose sugerem presença de Eo neste microambiente reprodutivo, o que pode estar envolvido na etiopatogênese da infertilidade relacionada à doença. Estudos com maiores casuísticas são necessários para avaliar melhor o papel do Eo na progressão da endometriose.
Palavras-chave: endometriose; estresse oxidativo; fluido folicular; infertilidade feminina; reprodução assistida.
Correspondência: michi.dabroi@gmail.com
TRA STEM CEllS
Jazedje, Tatiana1; Bueno, Daniela F1; Czeresnia, Carlos E2; Perin, Paulo M3; Maluf, Mariangela3; Zatz, Mayana
1Centro de Estudos do Genoma Humano - Universidade de São Paulo, SP, Brasil
2 Célula Mater, São Paulo, Brasil
3Centro Especializado em Reprodução Humana, São Paulo, Brazil
RESUMO
Introdução-Objetivo. Recentemente demonstramos que as trompas de falópio humanas são uma fonte rica de células-tronco mesenquimais que apresentam uma capacidade acentuada para a diferenciação osteogênica in vitro. Como o osso é um tecido de remodelação constante, é possível que as células-tronco desempenhem um papel importante neste processo e sejam a chave para o desenvolvimento de novos tratamentos contra a osteoporose ou outras doenças ósseas. Considerando que as Células Tronco Mesenquimais de Trompas de Falópio (CTMTF) possuem excelente potencial osteogênico in vitro, nosso objetivo foi avaliar a capacidade das CTMTF na regeneração ossea in vivo, quando xenotransplantadas em ratos não-imunossuprimidos (Rni) com defeitos cranianos.
Materiais e Métodos. As CTMTF foram caracterizadas por citometria de fluxo e avaliadas para a capacidade de multidiferenciação in vitro (diferenciações osteogênica, condrogênica e adipogênica). Dois defeitos simétricos em cada região parietal de sete ratos foram realizados. o lado esquerdo (lE) de seis animais foi coberto com biomaterial CellCeram (Scaffdex) apenas, e do lado direito (lD) com o CellCeram e CTMTF (106 células / biomaterial). Os animais foram sacrificados aos 30, 60 e 90 dias de pós-operatório e amostras de tecidos cranianos foram analisadas histologicamente.
Resultados. Após 90 dias, observou-se formação de osso em ambos os lados. No entanto, nos animais sacrificados 30 e 60 dias após o procedimento, observou-se osso maduro apenas do lado direito, local no qual as célulastronco foram colocadas. A presença de DnA humano foi comprovada por reação em cadeira da polimerase e imunofluorescência. As células humanas não foram rejeitadas, confirmando a propriedade imunomodulatória das células-tronco utilizadas.
Conclusão. As CTMTF melhoraram ou aceleraram a regeneração óssea in vivo, podendo ser uma nova opção para futuros tratamentos da osteoporose ou outras doenças ósseas.
Palavras-chave: trompa de Falópio, célula-tronco mesenquimal, regeneração óssea, osteoporose, medicina regenerativa
Correspondência: tatiana@ib.usp.br
TRA PESQUiSA BÁSiCA
Autores: Bulgarelli Dl ,Vireque AA , Bernuci MP , Pitangui CP , Sá MFS , Rosa e Silva ACJS
Department of obstetrics and Gynecology, Faculty of Medicine of Ribeirão Preto,
University of São Paulo 14049-900 Ribeirão Preto, SP, Brazil.
ABSTRACT
Objective: ovarian steroids are known as important factors on the route of oocytes development. Since serum-supplemented in vitro maturation (iVM) media decreases estradiol secretion by bovine cumulus-oocyte complexes (CoCs), the aim of this study was to assess whether this effect is caused by deficiency of substrate or by low cumulus cells aromatase activity.
Material and methods: Bovine cumulus-oocyte complexes (CoCs) aspirated from 2 to 8 mm follicles of slaughterhouse ovaries, were matured in (1) TCM199 in the presence of 10% FBS, 20 µg/ml FSH, 0.5 µg/ml lH (40 CoCs in each treatment/replicate), or (2) as 1 but with the addition of 100 nmol/l androstenedione (A4) for 22 h at 39 degrees C in a humidified atmosphere of 5% Co2 in air. After maturation, with or without CoCs medium were collected and analyzed for its content of estradol-17β and (E2) and progesterone (P4) by chemiluminescence method.
Results: The E2 content of culture medium increased markedly (P<0.0001) after incubation of CoCs with TCM+A4 compared to TCM (17.52 ± 1.86 ng/mL; 0.32 ± 0.05 ng/mL, respectively). No significant difference in the P4 content (P = 0,4088) was detected into the iVM medium despite the presence of A4 (21.73 ± 1.67 ng/ml to TCM; 21,83 ± 1.61 ng/mL to TCM+A4).
Conclusion: our results suggest that decreased estradiol production by CoCs in serum-supplemented iVM media is caused by deficiency of substrate rather than low cumulus cells aromatase activity.
Key words: Cumulus-oocyte complex; Steroidogenesis; Serum; Androgen.
Correspondence to: daialbulga@gmail.com
ÉTiCA E LEI
Fernando Manuel Talamantes Ferreira.1,Alma Belén Aguilar Hernández2. Marino Miguel González Cervantes3.
1Abogado
2Embriologista
3Médico
Instituición: GyRA. . E. Unidos Mexicanos, en la Heroica Puebla de Zaragoza.
RESUMEN
Objetivo: Con soporte en la existencia de las lagunas legales existentes hasta el momento, en el presente libelo se analizan y valoran cuáles son los derechos no legitimados del producto no nacido concebido a través de la Reproducción Asistida; de vital importancia, debido a que la Persona per se es la columna vertebral del Derecho Civil Así mismo se llega a la definición del momento de la concepción y con ello ahondar en los derechos del embrión
Método: Es obligatorio analizar los derechos jurídicos inherentes no tutelados por la legislación mexicana en beneficio de los embriones concebidos en los laboratorios de Reproducción in Vitro utilizados en los procedimientos de Reproducción Asistida en nuestra nación, toda vez que la falta de una legislación da pauta a prácticas en ocasiones indebidas tanto de los futuros padres como de los Centros de Reproducción Asistida.
Conclusión: Concluyendo el embrión está protegido por la legislación civil mexicana, aunque por el momento no exista una legislación en la materia en el país, es fundamental el generar en las parejas contratantes de este servicio - Cónyuges o Concubinos-, la conciencia de que no pueden abandonar el o los embriones y así evitar en los Centros de Reproducción Asistida la sobrepoblación de los mismos.
Palabras-clave: Reproducción Asistida, legislación, Derecho Civil, México.
Contacto: talamantesabogado@gmail.com
ENDOCRINOLOGIA
Daiana Cristina Chielli Pedroso, Carolina Sales Vieira, Ana Carolina Japur de Sá Rosa e Silva , Adriana lúcia Carolo, Anderson Sanches Melo e Rosana Maria dos Reis
Department of obstetrics and Gynaecology, Medical School of Ribeirão Preto, University of São Paulo, Brazil.
ABSTRACT
Objectives: Compare clinical and metabolic parameters, as well as predictors of metabolic syndrome (MS), in adolescent and adult women with polycystic ovary syndrome (PCoS).
Methods: A Cross-sectional study was conduced in Faculty of Medicine of Ribeirão Preto, University of São Paulo. A total of 147 women with PCoS were divided into 2 groups: 42 adolescents and 105 adults. Anthropometric measurements, blood samples and pelvic ultrasound exams were made to assessment of the prevalence of MS and its components. Furthermore, the predictors of MS in women with PCoS were evaluated by multivariate analysis.
Results: The prevalence of increased diastolic blood pressure and changes in the lipid panel was greater in adult women than in adolescents (p<0.02). The prevalence of MS was greater in adult women than in adolescents (49.5% vs. 23.8%, p=0.01). in adult women, insulin levels and body mass index (BMi) were independent predictors of MS incidence (p<0.01), but in adolescents, only BMi was found to be an independent predictor of MS (p<0.03).
Conclusions: The insulin levels and BMi were independent predictors of MS in the adult women with PCoS, however, for adolescents, only the BMi was independent predicted of MS, emphasizing the need to monitor these patients from adolescence to prevent metabolic complications.
Key words: Polycystic ovary syndrome, adolescent, insulin, obesity, metabolic syndrome
Correspondência: daia.pedroso@hotmail.com
CIRURGIA REPRODUTIVA
Juan Carlos Montalvo Doria Medina y Henry Fulguera Villanueva
Instituición: Clínica Bioginecologica Montalvo, Santa Cruz - Bolivia
RESUMEN
Introducción: Objetivo: las sinequias intrauterinas desde su primera descripción clínica en 1927 por Fritsch permanecen aun siendo en nuestros días motivo de investigación. El tratamiento es una de las áreas que actualmente es de interés colectivo, principalmente el relacionado al tratamiento de la prevención de las recidivas de las adherencias intrauterinas.
Material y metodo: El presente trabajo comparte sobre la experiencia de 15 años en el uso de una nueva alternativa terapéutica en la protección de la cavidad intrauterina con un dispositivo de silicona laminado denominado como BATTS. la ventaja principal de este dispositivo es que su diseño anatómico protege la totalidad de la cavidad intrauterina incluido áreas vitales como el oCi, fundus y ostium, con lo que el riesgo de recidiva de sinequia es nula.
Conclusión: los años de experiencia en el uso de este dispositivo y el numero de usuarias permite concluir que el BATTS es completamente inocuo para la paciente; tiene efectos secundarios muy leves y de fácil manejo; la técnica de colocado y extracción es sencilla; la protección de la cavidad endometrial en los casos observados es del 100%.Por lo tanto consideramos que el BATTS en relación con otros métodos de barrera como la T de cobre, la sonda Foley o el acido hialurónico podría tener mejores resultados: anatómico, fisiológico y obstétrico. Los mismos requieren ser replicados en estudios posteriores.
Palabras-clave: sinequias intrauterinas, prevención, dispositivo de silicona
Contacto: jcmdm@cotas.com.bo
Jorge lerner1 , José Florencio Jiménez1, María Eugenia Zeppenfeldt1, Javier Rodríguez Kovacs1 y Carlos Ramírez2
1Médico
2Anestesiólogo
UNIFERTES Unidad de Reproducción Asistida. Clínica El ávila. Caracas, Venezuela.
RESUMEN
Objetivo: Describir el ESSURE® como tratamiento para hidrosálpinx y los resultados de un tratamiento posterior con TRA en cuanto a tasa de embarazo en curso, recién nacido vivo en casa y abortos. los pacientes con hidrosálpinx tienen tasas de embarazo significativamente más bajas de FiV-TE en comparación con pacientes sin hidrosálpinx, con una probabilidad reducida de implantación de hasta un 50% y un mayor riesgo, de hasta el doble, de aborto espontáneo.
Materiales y Métodos: Se incluyeron las histeroscopias realizadas desde junio 2009 a diciembre 2010 para tratamiento del hidrosálpinx, realizadas por vaginohisteroscopia.
Resultados: Se colocó ESSURE® a 25 pacientes con Hidrosálpinx, la mayoría unilaterales (15 pacientes). Edad promedio: 35 años. Durante la histeroscopia se encontró: ningún hallazgo 72%, pólipos 16%, miomas 4%, sinequias 4% y útero tabicado 4%. El promedio de nº de anillos visibles en el lado derecho fue de 2 con un mínimo de 0 y un máximo de 9 y en el lado izquierdo un promedio de 2 con un mínimo de 0 y un máximo de 7. la duración promedio: 7 minutos con un mínimo de 4 y un máximo de 15 minutos. De los 8 pacientes sin anestesia, 7 con buena tolerancia y 1 toleró regular. ningún caso ameritó dilatación cervical. El 80% no presentó complicaciones. En 2 pacientes el Essure® se encontró fuera de cavidad, en 1 paciente intracavitaria, 1 paciente absceso tubo-ovárico unilateral y en 1 paciente falsa vía. 13 pacientes se sometieron a procedimientos de Reproducción Asistida, 7 (53.84%) con prueba positiva de embarazo; de las cuales 4 (30.76%) con embarazo en curso; 2 (15.38%) embarazo bioquímico y 1 (7.69%) aborto.
Conclusiones: nuestra casuística, aunque pequeña, es la más grande publicada en latinoamérica y el mundo, con resultados equivalentes a trabajos publicados. Este tipo de procedimiento debería realizarse en toda paciente con hidrosálpinx, con contraindicación de cirugía o sin ella, debido a que es seguro, fácil, tolerable y rápido, sin afectación de la circulación ovárica.
Palabras clave: ESSURE®, hidrosálpinx, histeroscopia.
Contacto: orgelerner69@hotmail.com